Veículo: Corsa 2004 VHC
Problema: Motor desliga de repente


O cliente chegou à oficina com veículo, informando que às vezes o motor desligava sozinho. Nestes modelos, é comum ocorrer falha nas velas, cabos de ignição ou bobina, porém os componentes estavam em perfeitas condições. Sendo assim, antes de conectar o scanner foram verificados os pontos de aterramento e, para surpresa, o cabo massa que liga o câmbio na carroceria estava partido. O defeito foi solucionado após a troca do cabo.


Veículo: Gol 1998
Problema: Motor não funciona


O cliente informou que ao dar partida o motor não funcionava. O diagnóstico foi iniciado com alguns testes preliminares, verificando a centelha nas velas, os pulsos nos injetores e a pressão de combustível, que não apresenta problemas. Com isso, decidimos remover o sensor de rotação – um componente imprescindível na sincronização do motor – e encontramos uma trinca na roda fônica magnética. Após a substituição da peça danificada o veículo funcionou normalmente.


Veículo: Courier 2002
Problema: Motor falha após manutenção


Depois de realizar uma manutenção preventiva, o veículo apresentou oscilação na marcha lenta. Ao conectar o scanner, foi indicado falha no segundo cilindro e, como haviam sido substituídos vela e cabo de ignição, retiramos a vela do segundo cilindro novamente para conferir se a aplicação da peça estava correta. Ao remover o componente, verificamos que cerâmica da vela estava trincada. O defeito foi solucionado após substituir a peça danificada.

Obs.: o reparador deve ficar atento ao posicionar a ferramenta na hora do aperto.



Veículo: Peugeot 206 16v acima de 2000
Problema: Carro funciona e morre


Com ajuda de um scanner, verificamos que o sistema eletrônico do veículo apresentou várias falhas. Ao remover o conector da central observamos a presença de zinabre entre os pinos. Este defeito ocorre com frequência nestes modelos, pois a central do motor está posicionada próximo do coletor de admissão. Realizamos uma limpeza com limpa contato e apagamos as falhas da central.


Veículo: Golf 1.6 Flex
Problema: veículo não dá partida


Este defeito ocorre com frequência neste modelo. Na maioria dos casos o sensor de temperatura não transmite informação correta ao módulo de injeção, que acaba encharcando de combustível as velas de ignição. O reparador deve testar a resistência do sensor ou utilizar o simulador de valores resistivos (década resistiva) para simular o funcionamento do componente.


Veículo: Fiat Marea
Problema: ponteiro de temperatura altera de repente


O cliente chegou com o veículo na oficina e informou que o marcador de temperatura estava alterado. Este problema ocorre pela ausência de cabos de aterramento que precisam ser instalados da central até o motor e outro do motor até a carroceria.


Veículo: Kadett EFI
Problema: trabalha afogado


Cliente informou que o veículo não tem um bom desempenho. Para iniciar o diagnóstico verificamos a pressão de combustível, a vazão da bomba e a equalização dos injetores e nada de anormal foi detectado. Somente para conferir, decidimos retirar o conector do módulo de comando e nos surpreendemos com a presença de zinabre nos terminais

Solução: limpeza nos terminais do módulo e do conector.



Veículo: Gol 1.0 Flex
Problema: alto consumo de combustível


Ao iniciar o diagnóstico, verificou-se que o tempo de funcionamento do sensor de oxigênio estava um pouco lento: o tempo ideal é de 0,9 segundo e o componente apresentava um tempo de 2,4 segundos. O problema foi solucionado com troca do sensor e com a instalação do catalisador.


Veículo: Fiat Tipo 2.0 ano 1996
Problema: motor aquecia e após manutenção começou a falhar


O proprietário do Tipo informou que o veículo trabalhava com a temperatura acima de 110°C. Para iniciar o diagnóstico, foi retirada a tampa do reservatório de água do sistema de arreferecimento com o motor frio e em seguida funcionamos o veículo. Percebemos que a água estava saindo pra fora do reservatório. Ocabeçotefoi enviado para uma retífica e por consequência a junta foi substituída. Após a manutenção, o clienteutilizou o Tipo por menos de 100 Km e o motor começou a falhar. As velas foram substituídas junto com os cabos, porém no motor estava funcionando apenas dois cilindros. Sendo assim, o cabeçote foi removido novamente e percebemos que as pastilhas de regulagem das válvulas estava diferente das outras. Com isso, dois cilindros ficavam sem compressão.

Solução: o cabeçotefoi enviado novamente para retifica.


Veículo: GM Omega 2.0 1994
Problema: veículo apresenta vibrações quando está em movimento

O modelo apresentava vibrações entre 50 a 70 km/h. Antes de iniciar os testes foi verificado o alinhamento da suspensão e do cardan, além do balanceamento das rodas, mas nada de anormal foi detectado. Os pneus foram substituídos com o de outro modelo, somente para realizar um teste, contudo o defeito ainda persistiu. Ao remover os eixos traseiro, detectou-se folga excessiva em uma das cruzetas.

Solução: o problema foi solucionado com a substituição da cruzeta danificada.


Veículo: Ford Escort 1994 1.6 CHT a álcool
Problema: alto consumo e falha nas acelerações

Ao andar com o veículo em rotações baixas, tudo ok, porém ao exigir mais em subidas e ultrapassagens, era sentida a perda de potência. Bobina de ignição e todo o restante do conjunto estavam em perfeito funcionamento. Filtros de ar e combustível ok. O injetor de aceleração rápida do carburador (Weber 460 de corpo duplo) estava entupido. Todo o reparo do carburador foi substituído e regulado. Esta intervenção resolveu 80%do problema, mas ainda havia um "buraco", uma pequena falha ao exigir potência do motor por períodos mais longos. Verificamos a bomba mecânica de combustível e foi constatado que ela possuía uma rachadura em sua base, o que permitia uma pequena fuga de álcool, suficiente para ocasionar falta na cuba do carburador.

Solução: Substituição da bomba de combustível mecânica e tubulações.


Veículo: Subaru Impreza SW 1.8 16v 4x4 intregral ano 1995
Problema: ruído metálico na parte traseira ao sair com o veículo em marcha-a-ré e no momento de reduzir as marcha

O proprietário do veículo comentou que o carro foi guinchado pela frente devido a uma pane elétrica, durante aproximadamente 15km ( o guincho era do tipo convencional). Foram verificadas as buchas da suspensão traseira, amortecedores, batentes, escapamento, nível do óleo do diferencial traseiro, mas tudo estava ok. Ao verificar a folga entre o cardã e seu estriado interno, notamos que este apresentava folga excessiva.

Solução: Substituição do cardã assim como o estriado (luva).
Dica: Veículos que possuem tração permanente nas 4 rodas devem ser guinchados por modelos do tipo plataforma, pois correm o risco de sobrecarregar o cardã e a luva. O diferencial internodo câmbio também é forçado, podendo quebrar as engrenagenssatélitese planetárias.

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